{"id":7208,"date":"2018-06-14T19:21:09","date_gmt":"2018-06-14T22:21:09","guid":{"rendered":"https:\/\/abemi.sancho.digital\/investidores-estao-de-olho-no-brasil-mas-faltam-bons-projetos-para-atrair-capitais\/"},"modified":"2022-11-09T10:26:47","modified_gmt":"2022-11-09T13:26:47","slug":"investidores-estao-de-olho-no-brasil-mas-faltam-bons-projetos-para-atrair-capitais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/investidores-estao-de-olho-no-brasil-mas-faltam-bons-projetos-para-atrair-capitais\/","title":{"rendered":"Investidores est\u00e3o de olho no Brasil, mas faltam bons projetos para atrair capitais"},"content":{"rendered":"<p>Chineses, indianos, europeus, colombianos e canadenses est\u00e3o em busca de projetos de infraestrutura para investir no Brasil. <strong>Car\u00eancias temos demais, especialmente em log\u00edstica,<\/strong> o que falta s\u00e3o projetos maduros o suficiente para efetivamente atrair capitais que ajudem o pa\u00eds a acelerar seu crescimento, a<strong>umentar sua produtividade e competitividade e gerar mais emprego, <\/strong>entre outros benef\u00edcios.<\/p>\n<p>\u201cDif\u00edcil achar uma \u00e1rea no Brasil em que n\u00e3o h\u00e1 necessidade de investimento em infraestrutura. \u00c9 uma quest\u00e3o de o governo elaborar bons projetos\u201d, afirma Mauricio Endo, s\u00f3cio-l\u00edder de Governo e Infraestrutura da KPMG na Am\u00e9rica Latina. Segundo ele, o que mudou \u00e9 a origem desse capital, que tradicionalmente era investido por grandes construtoras brasileiras. \u201cDesde a Lava Jato, temos observado novos investidores, como fundos e players estrangeiros, vindo ao mercado em busca de oportunidades\u201d, diz Endo.<\/p>\n<p><strong>Contexto global<\/strong><\/p>\n<p>Segundo ele, apesar da crise, o Brasil tem se mostrado atraente, porque no contexto global, comparativamente, o pa\u00eds est\u00e1 em alguns aspectos at\u00e9 mais avan\u00e7ados que outros pa\u00edses. \u201cTemos uma regula\u00e7\u00e3o, principalmente no setor el\u00e9trico, bem desenvolvida e um bom hist\u00f3rico de duas d\u00e9cadas nas concess\u00f5es de rodovias, sem situa\u00e7\u00f5es de quebra de contrato de governos. Isso \u00e9 importante para dar seguran\u00e7a jur\u00eddica ao investidor\u201d, afirma Endo.<\/p>\n<p>Embora haja melhorias a fazer, outro aspecto favor\u00e1vel foi a cria\u00e7\u00e3o do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), pelo governo federal em 2016, para refor\u00e7ar a coordena\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de investimento em infraestrutura por meio de parcerias com o setor privado. Segundo o site do PPI, 74 projetos foram conclu\u00eddos e 101 esperam aprova\u00e7\u00f5es do TCU (Tribunal de Contas da Uni\u00e3o) e do Congresso, entre outras, antes de serem publicados seus editais de concess\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO PPI reuniu um grupo de pessoas, ag\u00eancias, \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e financiadores para anunciar projetos que estejam bem estruturados e avan\u00e7ados para que possam ser cumpridas as previs\u00f5es de investimentos e cronograma. O maior entrave tem sido no TCU, que tem de revisar cada projeto e pode levar meses para libera\u00e7\u00e3o e, \u00e0s vezes, pede novos estudos. O TCU n\u00e3o tem um prazo mandat\u00f3rio, apenas indicativo\u201d, observa Endo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3210\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/shutterstock_409804978.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"334\" \/><\/p>\n<p><strong>Setores mais avan\u00e7ados<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Endo, da KPMG, os setores mais avan\u00e7ados e em que os investimentos ocorrem de forma mais regular s\u00e3o os que est\u00e3o sob controle da iniciativa privada, com participa\u00e7\u00e3o m\u00ednima de estatais. <strong>Telecomunica<\/strong><strong>\u00e7\u00f5<\/strong><strong>es<\/strong><strong>, por exemplo, <\/strong><strong>um setor extremamente competitivo, opera <\/strong><strong>100% <\/strong><strong>sob contrato de concess\u00e3o ou autoriza\u00e7\u00e3o, seja na telefonia fixa ou m\u00f3vel.<\/strong> \u201cNessa \u00e1rea, vemos investimentos significativos todos os anos e nossa defasagem em rela\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses mais desenvolvidos \u00e9 menor\u201d, analisa Endo. O mesmo ocorre no setor de energia, que recebe investimentos cont\u00ednuos em expans\u00e3o de capacidade de gera\u00e7\u00e3o e em linhas de transmiss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Pouco asfalto<\/strong><\/p>\n<p>Em algumas \u00e1reas, como em portos e ferrovias, a necessidade de investimentos \u00e9 mais gritante. <strong>Mas at\u00e9 mesmo no setor rodovi\u00e1rio o pa\u00eds est\u00e1 longe de ostentar uma malha suficiente.<\/strong> \u201cNossa depend\u00eancia desse modal \u00e9 grande, mas s\u00f3 temos 20% da rede rodovi\u00e1ria pavimentada. Mesmo onde h\u00e1 asfalto, s\u00e3o necess\u00e1rios investimentos em melhoria da qualidade e em duplica\u00e7\u00e3o para aumentar a seguran\u00e7a e fluidez, principalmente nas regi\u00f5es mais densamente povoadas e com movimenta\u00e7\u00e3o de carga relevante\u201d, destaca Endo.<\/p>\n<p>A Pesquisa CNT de Rodovias 2017, realizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT), com apoio do Servi\u00e7o Social do Transporte (Sest) e do Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), comprova essa afirma\u00e7\u00e3o. Na mais recente edi\u00e7\u00e3o, a 21<sup>a<\/sup>, que avaliou 105,8 mil km de estradas em todo o pa\u00eds, incluindo toda a malha federal e as principais estradas estaduais, tanto sob gest\u00e3o p\u00fablica quanto privada, <strong>constatou que quase 62% das rodovias asfaltadas no Brasil est\u00e3o em estado regular, ruim ou p\u00e9ssimo. <\/strong><\/p>\n<p>Apontou ainda uma queda no percentual de estradas consideradas em bom ou \u00f3timo estado, de 41,8% em 2016 para 38,2% em 2017. A deteriora\u00e7\u00e3o acontece tanto nas rodovias p\u00fablicas como nas concessionadas.<\/p>\n<p><strong>O estudo apurou, por fim, que o pa\u00eds precisaria investir R$ 294 bilh\u00f5es para ter uma infraestrutura rodovi\u00e1ria adequada \u00e0 demanda. <\/strong>Mas n\u00e3o \u00e9 o que os n\u00fameros indicam. Em 2011, os investimentos somaram R$ 11,21 bilh\u00f5es. J\u00e1, em 2016, o volume investido caiu para R$ 8,61 bilh\u00f5es, praticamente retrocedendo ao n\u00edvel de 2008.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3211\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Depositphotos_48032295_m-2015.jpg\" alt=\"\" width=\"1000\" height=\"667\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Quase parando<\/strong><\/p>\n<p>Paralelamente aos investimentos em rodovias, <strong>o setor ferrovi\u00e1rio precisa se desenvolver para melhorar a qualidade do servi\u00e7o, reduzir custos e tempo de transporte, reduzir o fluxo de caminh\u00f5es e, assim, melhorar a seguran\u00e7a nas estradas e reduzir a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa pelo menor consumo de diesel<\/strong>. O Brasil tem em opera\u00e7\u00e3o 14 ferrovias sob regime de concess\u00e3o, que somam cerca de 30 mil km. Uma das metas do Plano Nacional de Log\u00edstica, que est\u00e1 em fase de consulta p\u00fablica, pretende ampliar em at\u00e9 100% a participa\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria.<\/p>\n<p>O modelo da privatiza\u00e7\u00e3o das ferrovias &#8211; adotado h\u00e1 cerca de 20 anos, focado em monop\u00f3lio regional privado, sem incentivo \u00e0 competi\u00e7\u00e3o &#8211; n\u00e3o previa investimentos das concession\u00e1rias em expans\u00e3o do sistema, apenas exigia melhorias de qualidade, embora nem isso parece estar acontecendo. De acordo com o Anu\u00e1rio Estat\u00edstico da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), de 2001 a 2016, houve uma queda na velocidade dos trens, variando de 5% e 76%. Apenas uma, a MRS, conseguiu melhorar o indicador.<\/p>\n<p>O trem mais r\u00e1pido do pa\u00eds circula a 27 km\/h, em m\u00e9dia, mas h\u00e1 outros que andam a menos de 10 km\/h &#8211; um desempenho inferior a 2001, quando a ANTT come\u00e7ou a fazer esse controle. Como compara\u00e7\u00e3o, nos Estados Unidos a velocidade m\u00e9dia \u00e9 de 45 km\/h. Existem v\u00e1rias explica\u00e7\u00f5es para os gargalos, entre eles, a dificuldade do governo para resolver conflitos de sua compet\u00eancia, falta de investimentos e aumento da carga transportada.<\/p>\n<p>Atualmente, existem tr\u00eas novos projetos previstos no PPI. Um deles \u00e9 a Ferrovia Ferrogr\u00e3o, que ligar\u00e1 Miritituba (PA) a Sinop (MT), trecho com 933 km, visando exporta\u00e7\u00e3o de soja com log\u00edstica para o Norte. Em fase de consulta p\u00fablica, a Ferrogr\u00e3o ter\u00e1 um prazo de concess\u00e3o de 65 anos e poder\u00e1 ser estendida em 177 km, at\u00e9 Lucas do Rio Verde (MT). A demanda prevista, em 2020, \u00e9 de 25 milh\u00f5es de toneladas, chegando a 42,3 milh\u00f5es de toneladas em 2050. Segundo o site do PPI, atualmente mais de 70% da safra mato-grossense \u00e9 escoada pelo Porto de Santos (SP) e Paranagu\u00e1 (PR), a mais de 2 mil km da origem.<\/p>\n<p>Projetada para ser a espinha dorsal do transporte ferrovi\u00e1rio no Brasil, a Ferrovia Norte-Sul \u00e9 um ativo existente. Faz parte do PPI o trecho de 1.537 km, com dois tramos, ligando Estrela d\u2019Oeste (SP) a Porto Nacional (TO), atravessando uma regi\u00e3o de grande voca\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e industrial. A demanda prevista \u00e9 de 68 milh\u00f5es de toneladas. Para ser licitado para uma concess\u00e3o de 30 anos, o projeto aguarda ac\u00f3rd\u00e3o do TCU (Tribunal de Contas da Uni\u00e3o).<\/p>\n<p>O terceiro projeto previsto no PPI, a Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o Oeste-Leste (FIOL), est\u00e1 em fase de estudos e dever\u00e1 ser constru\u00edda em tr\u00eas trechos, totalizando 1.527 km, entre Ilh\u00e9us (BA) e Figueir\u00f3polis (TO). Sua voca\u00e7\u00e3o ser\u00e1 o escoamento de min\u00e9rio do sul da Bahia e de gr\u00e3os do oeste do Estado por meio dos Terminais de Uso Privativo Porto Sul e Bahia Minera\u00e7\u00e3o. H\u00e1 possibilidade de integra\u00e7\u00e3o com a Ferrovia Norte-Sul.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea portu\u00e1ria, Endo, da KPMG, considera que s\u00e3o poucas as a\u00e7\u00f5es para aumentar a infraestrutura dos portos p\u00fablicos. \u201cEmpresas privadas operam nos portos p\u00fablicos desde a d\u00e9cada de 1990 para fazer a opera\u00e7\u00e3o de terminais e transbordo de conteineres e cargas l\u00edquidas\u201d, diz Endo.<\/p>\n<p>Segundo ele, o governo n\u00e3o tem feito licita\u00e7\u00f5es p\u00fablicas para aumento de capacidade de infraestrutura, mas tem autorizado a atua\u00e7\u00e3o de empresas privadas que det\u00eam \u00e1rea no litoral e que demonstram, atrav\u00e9s de estudos, potencial para implantar um porto privado naquela \u00e1rea. H\u00e1 cerca de 20 terminais de uso privado (TUPs) no litoral brasileiro.<\/p>\n<p>Entre os projetos previstos no PPI, um dos mais adiantados s\u00e3o os Terminais de GLP no Porto Miramar (PA), que visa a distribui\u00e7\u00e3o de GLP na Regi\u00e3o Norte do pa\u00eds. Priorit\u00e1rio para a regi\u00e3o, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de interliga\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o com a rede de g\u00e1s natural, esse projeto n\u00e3o atraiu nenhum interessado no leil\u00e3o realizado em abril de 2018.<\/p>\n<p>Daniel Simonsen, da Montcalm, destaca projetos para importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e fertilizantes e cita como exemplos o Terminal Integrador Portu\u00e1rio Luiz Antonio Mesquita (TIPLAM), em Santos (SP), e a amplia\u00e7\u00e3o do terminal privado de fertilizantes YARA, em Rio Grande (RS).<\/p>\n<p><strong>No ar e na terra<\/strong><\/p>\n<p>No<strong> transporte a\u00e9reo<\/strong>, a infraestrutura brasileira est\u00e1 um pouco melhor quando se consideram os principais aeroportos do pa\u00eds. Dez deles &#8211; Guarulhos, Bras\u00edlia, Gale\u00e3o, Confins, Viracopos, Natal, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Florian\u00f3polis &#8211; foram concessionados nos \u00faltimos anos e receberam pesados investimentos para melhorar a qualidade das \u00e1reas de atendimento e para melhorias nas pistas.<\/p>\n<p>Hoje, alguns concession\u00e1rios afirmam enfrentar problemas para pagamento das outorgas em raz\u00e3o da queda na demanda de passageiros. Essa situa\u00e7\u00e3o poder\u00e1 afetar o processo de de privatiza\u00e7\u00e3o de mais 13 aeroportos de porte regional que est\u00e1 em fase de consulta p\u00fablica no PPI.<\/p>\n<p><strong>O transporte urbano \u00e9 outra \u00e1rea com d\u00e9ficit de investimento em infraestrutura de mobilidade de massa. <\/strong>Maior rede de metr\u00f4 no Brasil, aos 50 anos, o metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo tem apenas 80 km de extens\u00e3o, 5 linhas e 64 esta\u00e7\u00f5es. Transporta 3,7 milh\u00f5es de passageiros por dia e cresce a passos lentos. O metr\u00f4 de Xangai, maior do mundo atualmente, tem 289 esta\u00e7\u00f5es, 500 km de extens\u00e3o e transporta 6,7 milh\u00f5es de pessoas por dia.<\/p>\n<p>\u201cTemos, no Brasil, cerca de 20 cidades com mais de 1 milh\u00e3o de habitantes, com necessidade de transporte de massa. S\u00e3o Paulo tem feito investimentos, mas insuficientes. Para melhorar a mobilidade em cidades como S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre, \u00e9 preciso investir em metr\u00f4. Corredores de \u00f4nibus n\u00e3o s\u00e3o suficientes\u201d, afirma Endo. As Olimp\u00edadas deixaram um legado positivo no Rio com os corredores de VLT e a extens\u00e3o do metr\u00f4 at\u00e9 a Barra da Tijuca, mas diversos projetos previstos n\u00e3o foram conclu\u00eddos.<\/p>\n<p>Salvador acaba de ganhar mais uma esta\u00e7\u00e3o de metr\u00f4, totalizando 8 na linha 1 e 12 na linha 2, que agora chega at\u00e9 o aeroporto da capital baiana e tem previs\u00e3o de ser estendido a cidade vizinha de Lauro de Freitas. 20. conseguiu fazer a licita\u00e7\u00e3o de metr\u00f4, parece que este ano uma concession\u00e1ria fez os investimentos e iniciou a opera\u00e7\u00e3o, chegando at\u00e9 o aeroporto de salvador.<\/p>\n<p>Por demandar altos investimentos que n\u00e3o podem ser compensados com aumento da tarifa, projetos de expans\u00e3o de metr\u00f4s precisam de subs\u00eddios do governo federal, j\u00e1 que poucos estados conseguem banc\u00e1-los.<\/p>\n<p><strong>Oportunidades \u00e0 vista<\/strong><\/p>\n<p><strong>Na avalia\u00e7\u00e3o do s\u00f3cio-l\u00edder da KPMG de Governo e Infraestrutura, Maur\u00edcio Endo, existem oportunidades de projetos ligados \u00e0 administra\u00e7\u00e3o municipal.<\/strong> Em raz\u00e3o do ciclo eleitoral, as prefeituras t\u00eam a possibilidade de fazer licita\u00e7\u00f5es em \u00e1reas como <strong>ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, saneamento b\u00e1sico, sa\u00fade e habita\u00e7\u00e3o popular. <\/strong><\/p>\n<p>Na ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica, por exemplo, que era responsabilidade das distribuidoras de energia e recentemente passou a ser uma atribui\u00e7\u00e3o da administra\u00e7\u00e3o municipal, existem prefeituras articulando parcerias com a iniciativa privada para buscar maior efici\u00eancia e uso de novas tecnologias. \u201cExistem tamb\u00e9m v\u00e1rias cidades, que est\u00e3o fora das estatais de saneamento, desenvolvendo parcerias p\u00fablico privadas para tratamento de \u00e1gua e coleta e tratamento de esgoto, al\u00e9m de projetos de infraestrutura social, como hospitais, escolas e moradia popular\u201d, afirma Endo.<\/p>\n<p><strong><em>Editora Conte\u00fado\/Abgail Cardoso<\/em><\/strong><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chineses, indianos, europeus, colombianos e canadenses est\u00e3o em busca de projetos de infraestrutura para investir no Brasil. 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