{"id":7313,"date":"2019-12-19T03:51:25","date_gmt":"2019-12-19T06:51:25","guid":{"rendered":"https:\/\/abemi.sancho.digital\/diretoria-da-abemi-esta-atenta-ao-novo-marco-regulatorio-do-saneamento\/"},"modified":"2022-11-09T10:26:34","modified_gmt":"2022-11-09T13:26:34","slug":"diretoria-da-abemi-esta-atenta-ao-novo-marco-regulatorio-do-saneamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/diretoria-da-abemi-esta-atenta-ao-novo-marco-regulatorio-do-saneamento\/","title":{"rendered":"Diretoria da ABEMI est\u00e1 atenta ao novo marco regulat\u00f3rio do saneamento"},"content":{"rendered":"<p>A diretoria da ABEMI e o Grupo de Trabalho de Saneamento, Meio Ambiente e Res\u00edduos S\u00f3lidos acompanham com grande interesse a tramita\u00e7\u00e3o do projeto de lei 4162\/19, que vai estabelecer um novo marco legal do saneamento b\u00e1sico, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 Lei do Saneamento B\u00e1sico (11.445\/07), em vigor desde 2007. Segundo o diretor da ABEMI, Joaquim Maia, essa \u00e1rea poder\u00e1 ser grande geradora de projetos nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>O texto-base do projeto foi aprovado na C\u00e2mara no dia 11 de dezembro e os destaques foram rejeitados no dia 18, fazendo com que o projeto de lei siga para aprecia\u00e7\u00e3o do Senado e para san\u00e7\u00e3o presidencial. Se houver emendas no Senado, o texto voltar\u00e1 para a C\u00e2mara. \u201cNuma previs\u00e3o otimista, o marco poder\u00e1 ser aprovado dentro de quatro meses. O prazo mais prov\u00e1vel \u00e9 de seis meses. Mas se houver emendas ou algum problema, poder\u00e1 demorar mais uns oito meses\u201d, estima Joaquim Maia.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4047\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/obras-saneamento.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"425\" srcset=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/obras-saneamento.jpg 640w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/obras-saneamento-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/p>\n<p><strong>Principais altera\u00e7\u00f5es <\/strong><\/p>\n<p>Esta \u00e9 a terceira tentativa de renovar o marco do saneamento. <strong>Em 2018, foram apresentadas duas medidas provis\u00f3rias sobre o tema, que n\u00e3o chegaram a ser votadas pelo Congresso e perderam a vig\u00eancia.<\/strong><\/p>\n<p>Entre as principais altera\u00e7\u00f5es, o projeto de lei 4162\/19 facilita a explora\u00e7\u00e3o do setor pela iniciativa privada e obriga as prefeituras a contratar os servi\u00e7os de saneamento por meio de licita\u00e7\u00e3o. Mas d\u00e1 prazo at\u00e9 31 de mar\u00e7o de 2022 para que os contratos de programas com as empresas de saneamento estaduais sejam renovados por 30 anos sem fazer licita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cUm aspecto negativo do texto foi a retirada da obriga\u00e7\u00e3o de o respons\u00e1vel pela polui\u00e7\u00e3o de rios fazer o tratamento\u201d, observa Joaquim Maia. <strong>Segundo ele, o prazo-limite para acabarem os lix\u00f5es a c\u00e9u aberto em 31 de dezembro de 2020 \u00e9 uma das \u00e1reas que podem gerar demandas mais imediatas para o setor de engenharia,<\/strong> por exemplo, por meio de projetos de aproveitamento de res\u00edduos para gera\u00e7\u00e3o de biog\u00e1s. Mas haver\u00e1 outras oportunidades decorrentes da obriga\u00e7\u00e3o de expandir os servi\u00e7os de saneamento e de melhoria da qualidade.<\/p>\n<p><strong>Dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Regional indicam que:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>16,4%<\/strong> dos brasileiros n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 rede de abastecimento de \u00e1gua e que quase a metade <strong>(46,8%)<\/strong> n\u00e3o tem servi\u00e7o de coleta e tratamento de esgoto<\/li>\n<li>O novo marco prev\u00ea que, at\u00e9 2033, <strong>99%<\/strong> da popula\u00e7\u00e3o tenha acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel e <strong>90%,<\/strong> a coleta e tratamento de esgoto, entre outras metas.<\/li>\n<li>Segundo o governo federal, a universaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os vai envolver investimentos <strong>de R$ 600 bilh\u00f5es a R$ 700 bilh\u00f5es<\/strong>.<\/li>\n<li>Segundo dados do Servi\u00e7o Nacional de Informa\u00e7\u00e3o sobre Saneamento (SNIS), o Brasil investe aproximadamente <strong>R$ 10,9 bilh\u00f5es por ano<\/strong>, quase metade dos <strong>R$ 21,6 bilh\u00f5es<\/strong> calculados como necess\u00e1rios para o cumprimento das metas estabelecidas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Editora Conte\u00fado\/Abgail Cardoso<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A diretoria da ABEMI e o Grupo de Trabalho de Saneamento, Meio Ambiente e Res\u00edduos S\u00f3lidos acompanham com grande interesse a tramita\u00e7\u00e3o do projeto de lei 4162\/19, que vai estabelecer um novo marco legal do saneamento b\u00e1sico, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 Lei do Saneamento B\u00e1sico (11.445\/07), em vigor desde 2007. Segundo o diretor da ABEMI, Joaquim [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4531,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"slim_seo":{"title":"Diretoria da ABEMI est\u00e1 atenta ao novo marco regulat\u00f3rio do saneamento - ABEMI","description":"A diretoria da ABEMI e o Grupo de Trabalho de Saneamento, Meio Ambiente e Res\u00edduos S\u00f3lidos acompanham com grande interesse a tramita\u00e7\u00e3o do projeto de lei 4162\/1"},"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[],"class_list":["post-7313","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7313","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7313"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7313\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4531"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7313"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7313"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7313"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}