{"id":7425,"date":"2022-07-22T14:00:47","date_gmt":"2022-07-22T17:00:47","guid":{"rendered":"https:\/\/abemi.sancho.digital\/transicao-energetica-e-destaque-em-palestras-organizadas-pela-abemi\/"},"modified":"2022-11-09T10:55:58","modified_gmt":"2022-11-09T13:55:58","slug":"transicao-energetica-e-destaque-em-palestras-organizadas-pela-abemi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abemi.org.br\/en\/transicao-energetica-e-destaque-em-palestras-organizadas-pela-abemi\/","title":{"rendered":"Transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica \u00e9 destaque em palestras organizadas pela ABEMI"},"content":{"rendered":"<p>Como parte das discuss\u00f5es sobre transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para uma\u00a0economia de baixo carbono\u00a0\u00e9 o tema que est\u00e1\u00a0na ordem do dia da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI). Tanto que a Associa\u00e7\u00e3o vem realizando ao longo do primeiro semestre diversas palestras sobre o tema, com renomados profissionais. Destaque para a apresenta\u00e7\u00e3o ABEE\u00f3lica (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica e Novas Tecnologias), pela presidente-executiva Elbia Gannoum. De acordo com ela, as usinas e\u00f3licas j\u00e1 respondem por 11% da matriz energ\u00e9tica brasileira e constituem cerca de 20 gigawatts de pot\u00eancia instalada. \u201cA expans\u00e3o dessa fonte de energia fez o pa\u00eds subir no ranking do Global Wind Energy Council (GWEC) e hoje ocupa a sexta posi\u00e7\u00e3o em Capacidade Total Instalada de Energia E\u00f3lica Onshore, em 2021\u201d, destaca a presidente.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5153\" aria-describedby=\"caption-attachment-5153\" style=\"width: 273px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5153\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/elbia-gannoum-abeeolica-800x600-1.jpg\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"205\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5153\" class=\"wp-caption-text\">Elbia Gannoum, da ABEE\u00f3lica<\/figcaption><\/figure>\n<p>O relat\u00f3rio do <em>Global Wind Energy Council<\/em> destaca ainda que o Brasil tem sido marcado por um crescimento virtuoso na \u00faltima d\u00e9cada, saltando de 1 gigawatts de pot\u00eancia instalada em 2011 para 21 gigawatts em janeiro de 2022. O l\u00edder do ranking \u00e9 a China, com 310,6 gigawatts de pot\u00eancia instalada. O documento registra ainda que, hoje, a energia e\u00f3lica \u00e9 a segunda maior fonte de gera\u00e7\u00e3o de energia do Brasil, atr\u00e1s apenas da hidr\u00e1ulica.<\/p>\n<p>Ressaltou ainda que ABEE\u00f3lica realizou um estudo sobre os efeitos positivos da energia e\u00f3lica e assim, quantificar os impactos diretos e indiretos dos investimentos em energia e\u00f3lica para o PIB, para os empregos e tamb\u00e9m para a redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o de CO2. <em>\u00a0<\/em>No caso do impacto do PIB, considerando o valor investido de 2011 a 2020, que foi de R$ 110,5 bilh\u00f5es na constru\u00e7\u00e3o de parques e\u00f3licos, concluiu-se que a cada R$ 1,00 investido num parque e\u00f3lico tem impacto de R$ 2,9 sobre o PIB, ap\u00f3s 10 a 14 meses. \u201cEsta \u00e9 a prova de que, al\u00e9m de ser uma energia renov\u00e1vel, a e\u00f3lica tamb\u00e9m tem um forte componente de aquecer atividades econ\u00f4micas das regi\u00f5es aonde chegam parques, f\u00e1bricas e toda a cadeia de sua ind\u00fastria.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-5113\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/4-e1653431165207.png\" alt=\"\" width=\"417\" height=\"238\" srcset=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/4-e1653431165207.png 417w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/4-e1653431165207-300x171.png 300w\" sizes=\"(max-width: 417px) 100vw, 417px\" \/><\/p>\n<p><strong>Fonte que mais cresce no mundo<\/strong><\/p>\n<p>Outro tema de ampla discuss\u00e3o foi sobre energia solar e seu futuro, incluindo a produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio verde, apresentado por presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Lopes Sauaia, quando afirmou que a \u201cenergia solar fotovoltaica \u00e9 a fonte de energia que mais cresce no mundo. O Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses mais ensolarados e tem um tamanho continental que lhe d\u00e1 a oportunidade de se tornar uma na\u00e7\u00e3o l\u00edder em energia solar fotovoltaica. Ainda h\u00e1 muito potencial a ser desenvolvido\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5150\" aria-describedby=\"caption-attachment-5150\" style=\"width: 281px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-5150\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Rodrigo-Sauiaia-presidente-executivo-da-Absolar-solar-fotovoltaica-Foto-Fabio-Cortez-Divulgacao-Cerne.jpg\" alt=\"\" width=\"281\" height=\"218\" srcset=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Rodrigo-Sauiaia-presidente-executivo-da-Absolar-solar-fotovoltaica-Foto-Fabio-Cortez-Divulgacao-Cerne.jpg 1641w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Rodrigo-Sauiaia-presidente-executivo-da-Absolar-solar-fotovoltaica-Foto-Fabio-Cortez-Divulgacao-Cerne-300x232.jpg 300w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Rodrigo-Sauiaia-presidente-executivo-da-Absolar-solar-fotovoltaica-Foto-Fabio-Cortez-Divulgacao-Cerne-1024x792.jpg 1024w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Rodrigo-Sauiaia-presidente-executivo-da-Absolar-solar-fotovoltaica-Foto-Fabio-Cortez-Divulgacao-Cerne-768x594.jpg 768w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Rodrigo-Sauiaia-presidente-executivo-da-Absolar-solar-fotovoltaica-Foto-Fabio-Cortez-Divulgacao-Cerne-1536x1189.jpg 1536w\" sizes=\"(max-width: 281px) 100vw, 281px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5150\" class=\"wp-caption-text\">Rodrigo Sauaia, da ABSOLAR<\/figcaption><\/figure>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao hidrog\u00eanio verde, o palestrante abordou a proposta de diretrizes para o Programa Nacional do Hidrog\u00eanio (PNH2), apresentada pelo Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME)\u00a0que define um conjunto de a\u00e7\u00f5es que facilite o desenvolvimento conjunto de tr\u00eas pilares fundamentais para o sucesso do desenvolvimento de uma economia do hidrog\u00eanio: pol\u00edticas p\u00fablicas, tecnologia e mercado.<\/p>\n<p>Segundo Sauaia, que o\u201d hidrog\u00eanio vem se tornando prioridade estrat\u00e9gica para as pol\u00edticas de energia e de clima de pa\u00edses do mundo todo, inclusive do Brasil, n\u00e3o apenas por ser um vetor energ\u00e9tico, mas tamb\u00e9m por possibilitar o armazenamento de energia\u201d. Ainda segundo especialistas do setor, o Brasil tem potencial para produzir hidrog\u00eanio verde em escala at\u00e9 2025, em projetos desenvolvidos em diversos estados do Pa\u00eds.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-5080\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot_20220513-123443-e1652460099308.png\" alt=\"\" width=\"566\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot_20220513-123443-e1652460099308.png 720w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Screenshot_20220513-123443-e1652460099308-300x238.png 300w\" sizes=\"(max-width: 566px) 100vw, 566px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Matriz equilibrada<\/strong><\/p>\n<p>Importante tamb\u00e9m foi o debate sobre energia nuclear, apresentado pelo presidente da ABEN (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia Nuclear), Carlos Henrique Mariz, que apontou que este tipo de energia \u00e9 uma das fontes que mais cresce no mundo. Para tanto, mostrou o panorama mundial em que pa\u00edses desenvolvidos como os Estados Unidos, Fran\u00e7a e Coreia do Sul t\u00eam apostado nesta fonte, que tamb\u00e9m tem ganhado adeptos em desenvolvimento, como \u00e9 o caso da \u00cdndia e da China, que pretendem aderir ao m\u00e9todo nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5151\" aria-describedby=\"caption-attachment-5151\" style=\"width: 203px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5151\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Carlos-Mariz-Eletronuclear.jpg\" alt=\"\" width=\"203\" height=\"254\" srcset=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Carlos-Mariz-Eletronuclear.jpg 413w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/Carlos-Mariz-Eletronuclear-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 203px) 100vw, 203px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5151\" class=\"wp-caption-text\">Carlos Mariz, da ABEN<\/figcaption><\/figure>\n<p>Segundo o presidente da ABEN, a gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica no mundo \u00e9 predominantemente de energia t\u00e9rmica, inclu\u00edda a nuclear. Verifica-se que da produ\u00e7\u00e3o total de eletricidade 40% \u00e9 proveniente do carv\u00e3o mineral, 23% de g\u00e1s natural, 16% de hidroel\u00e9tricas, 11% de nuclear, 5% de petr\u00f3leo e o restante de e\u00f3lica, solar e outros.A energia nuclear, destacou Mariz, \u201cexerce um papel fundamental para concep\u00e7\u00e3o de uma matriz equilibrada, fornecendo seguran\u00e7a energ\u00e9tica. Existem no mundo 444 usinas nucleares em opera\u00e7\u00e3o, 54 em constru\u00e7\u00e3o, 111 em aprova\u00e7\u00e3o e mais 330 em planejamento\u201d.<br \/>\n\u00c9 preciso que se compreenda a import\u00e2ncia de uma matriz de energia el\u00e9trica bem equilibrada, onde a gera\u00e7\u00e3o nuclear desempenha um importante papel de seguran\u00e7a energ\u00e9tica e de baixa emiss\u00e3o de CO2, se quisemos obter metas elevadas de desenvolvimento econ\u00f4mico com sustentabilidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-5134\" src=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-e1656083368586.png\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"313\" srcset=\"https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-e1656083368586.png 1103w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-e1656083368586-300x171.png 300w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-e1656083368586-1024x583.png 1024w, https:\/\/abemi.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/1-e1656083368586-768x437.png 768w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/p>\n<p><strong>Profunda transforma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O mercado brasileiro de G\u00e1s Natural e Termeletricidade foi outro tema abordado na ABEMI, pelo engenheiro Rafael Teixeira da Silva Ribeiro, que atua no desenvolvimento de projetos na Compass G\u00e1s e Energia, subsidi\u00e1ria da COSAN. Em sua apresenta\u00e7\u00e3o, Ribeiro destacou a gera\u00e7\u00e3o termel\u00e9trica a g\u00e1s natural e o seu importante papel de complementa\u00e7\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o hidrel\u00e9trica. Em particular, devido \u00e0 expans\u00e3o das fontes renov\u00e1veis intermitentes, como e\u00f3lica e solar, a termel\u00e9trica a g\u00e1s natural tem sido apontada como uma tecnologia adequada para ser acionada nos per\u00edodos de indisponibilidade da gera\u00e7\u00e3o a partir dos ventos e do sol. O potencial te\u00f3rico de expans\u00e3o das termel\u00e9tricas a g\u00e1s natural \u00e9 estimado em at\u00e9 27.000 MW, levando em conta prioritariamente a expans\u00e3o de usinas em ciclo combinado. Nesse sentido, um dos principais desafios ao aproveitamento dessa fonte \u00e9 a disponibilidade do g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>Alguns fatores contribu\u00edram para restringir essa disponibilidade como a pandemia, crise h\u00eddrica invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, que impactaram inclusive os pre\u00e7os. Por\u00e9m a evolu\u00e7\u00e3o dos setores de g\u00e1s e eletricidade abrem novas oportunidades para aprimorar a integra\u00e7\u00e3o g\u00e1s-eletricidade. \u00a0\u201cO setor energ\u00e9tico do Pa\u00eds vive uma profunda transforma\u00e7\u00e3o, tornando-se cada vez mais diversificado e complexo. Neste cen\u00e1rio, a participa\u00e7\u00e3o do g\u00e1s na matriz energ\u00e9tica brasileira deve crescer significativamente\u201d, destaca Ribeiro. Estudos mostram que a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural no Brasil deve dobrar em dez anos, sobretudo em raz\u00e3o das reservas do pr\u00e9-sal. Segundo o executivo, este aumento de produ\u00e7\u00e3o, aliado \u00e0s iniciativas de abertura do mercado propostas pelo governo, pode oferecer oportunidades \u00e0s empresas privadas no desenvolvimento e integra\u00e7\u00e3o dos setores de g\u00e1s e energia.<\/p>\n<p><strong><em>Editora Conte\u00fado<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como parte das discuss\u00f5es sobre transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para uma\u00a0economia de baixo carbono\u00a0\u00e9 o tema que est\u00e1\u00a0na ordem do dia da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI). Tanto que a Associa\u00e7\u00e3o vem realizando ao longo do primeiro semestre diversas palestras sobre o tema, com renomados profissionais. 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