ABEMI, protagonista nas ações da retomada econômica

O Movimento “Reformar Para Mudar”, do qual a ABEMI (Associação Brasileira de Engenharia Industrial) faz parte junto com outras 22 instituições, vem colocando em discussão pública e levando às autoridades os debates que objetivam a retomada do emprego e da produção das empresas da cadeia da construção. Este movimento, formado por entidades como SECOVI; ADVB; SINDUSCOM; ALSHOP; INST. ENGENHARIA; SINICON; ADIT BRASIL; entre outras, responde por parcela significativa do Produto Interno Bruto e pela geração de milhões de empregos.

Entre os assuntos em debate, destaque para a aprovação de importantes medidas, “como a PEC do Teto dos Gastos, a modernização da legislação trabalhista (Reforma Trabalhista) e a Reforma da Previdência”, afirma Gabriel Aidar Abouchar, presidente da ABEMI.

Conforme o presidente, o último documento divulgado pelo movimento, “Prioridade aos Brasileiros” abordou exatamente esta questão, ao destacar a importância do programa de concessões e privatizações que tem de continuar, além da necessidade de abrir caminho aos investimentos locais e internacionais indispensáveis ao desenvolvimento econômico.

Abouchar lembra ainda que os indicadores recentes registram um aumento da deterioração do mercado de trabalho, em consequência da piora nos resultados da atividade na indústria. “Ainda assim, estamos e continuamos otimistas com o refortalecimento da engenharia industrial nacional e continuamos trabalhando por nossas metas de “compliance”, produtividade, desenvolvimento tecnológico, empreendedorismo e geração de emprego”, destaca o presidente.

Diante desta conjuntura, a ABEMI, ciente de sua importância no cenário econômico do país, está preparada para os desafios do “reaquecimento nas áreas de engenharia, construção e montagem, baseada no trinômio produtividade, transparência e inovação”, afirma o presidente. Um dos principais pontos refere-se às questões ligadas à inovação, conforme explica o presidente, como fator determinante no retorno de investimentos das empresas.

“Sabemos que a capacidade de inovar das empresas é o mais importante fator indutor de crescimento econômico, emprego, renda e arrecadação de qualquer país. A indústria brasileira de engenharia e construção, apesar dos desafios que tem enfrentado, preservou a essência de suas competências e está iniciando a adoção das tecnologias 4.0 em suas atividades. A combinação da trilha 4.0 com o potencial de investimentos em infraestrutura e energia, que ultrapassam R$ 2 trilhões nos próximos 10 anos, pode levar o setor à fronteira tecnológica global. O país tem potencial para se tornar em grande exportador de serviços de engenharia e construção, dando assim perenidade ao crescimento econômico”, afirma Abouchar.

Exemplos, destaca Abouchar, “são a conexão com o Cubo Itaú, o mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina e a implantação do LEAN Construction, além da parceria em andamento com o CII (Construction Industry Institute), referência mundial em inovação e boas práticas na indústria de projetos de capital”.

Em resumo, nossa missão busca tornar a ABEMI a protagonista do salto de performance da indústria de engenharia e construção no Brasil e fornecer ao governo subsídios para a retomada econômica de forma sustentável.

Informações à imprensa:
Fiorella Fatio – MTb 15.347 cel.: (11) 98199-9076
fiorella@conteudoeditora.com.br

Presidente do Instituto Trata Brasil e ABEMI avaliam cenário para investimentos, após aprovação do Novo Marco Legal de Saneamento

Estudo mostra que 24 das 27 Unidades da Federação precisarão ampliar investimentos médios em saneamento básico para chegar nas metas da nova Lei.

A ABEMI realizou uma livecast com o presidente do Instituto Trata Brasil, Édson Carlos, para avaliar o momento atual do saneamento brasileiro, bem como os investimentos necessários para alcançar as metas do Novo Marco Legal.

Durante a webinar, Édison Carlos mostrou um raio-x que o instituto fez sobre o saneamento básico no Brasil. Segundo a pesquisa, apenas 46% do esgoto gerado no Brasil passa por tratamento. Outros 54% são despejados diretamente na natureza, o que corresponde a 5,2 bilhões de metros cúbicos, por ano, ou quase 6 mil piscinas olímpicas de esgoto por dia.
Segundo Édison Carlos, os números indicam que o saneamento tem avançado no país nos últimos anos, mas num ritmo lento: uma evolução de apenas 0,9%. Nesse ritmo, segundo ele, a universalização ao acesso à água potável, ao saneamento e à higiene adequados só serão alcançados em 50 anos.

Vários fatores ajudam a explicar como uma das maiores potências econômicas do mundo chegou a números tão ruins: descaso das autoridades, crescimento desordenado e sem planejamento das cidades, falta de cobrança da população, fragilidade de muitas das empresas operadoras. De toda forma, é fundamental citar os baixos investimentos em abastecimento de água e esgotamento sanitário. De maneira similar, tanto o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), promulgado em 2013, quanto a nova Lei do Saneamento apontam metas de se aproximar o país da universalização até 2033. Pela lei 14026, as empresas operadoras deverão atender, até esta data, a 99% da população com água tratada e 90% com coleta e tratamento dos esgotos.

O estudo realizado pela Trata Brasil em parceria com a GO Associados mostrou, a princípio, que os valores de investimentos necessários à universalização pelo PLANSAB (Plano Nacional de Saneamento Básico) nunca foram atingidos, em nenhum ano desde sua edição. Entre 2014 e 2018, houve uma redução de 12,3% nos investimentos totais em água e esgoto no Brasil. O nível de investimento em abastecimento de água no ano de 2018 foi de R$ 5,7 bilhões, 7,1% inferior ao investimento em 2014. No mesmo período, o investimento em abastecimento de esgoto regrediu 30,9%. O serviço que necessita maior quantidade de investimentos sofreu a maior redução nos últimos cinco anos.

Outra aberração nacional, segundo Édson Carlos, “é o fato de perdermos 38% de toda a água potável produzida no país por causa de vazamentos, roubo, “gatos” e erros de medição. Esta é a média nacional – há localidades que perdem mais de 50%”.

Mas, agora, a infraestrutura de saneamento básico, mais especificamente os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, passa por forte transformação no Brasil com a aprovação da Lei 14026/2020, o novo Marco Legal do Saneamento Básico. No momento apenas São Paulo, Paraná e Distrito Federal rumam à meta de saneamento. Demais 24 Estados têm de ampliar o investimento médio para cumprir objetivos até 2033.

“A Lei era aguardada porque os indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS 2018) revelam a urgência da pauta no Brasil. O Novo Marco Legal trará segurança jurídica e regulatória para que fiquem as boas empresas, públicas e privadas. Para o setor ganhar escala, modernidade, eficiência; atraia mais investimentos nacionais e internacionais e deixe de ser um setor ineficiente, num modelo que não dá mais conta do problema”, destaca Édson Carlos.

Informações à imprensa
Fiorella Fatio – MTb 15.347
Cel.: (11) 98199-9076
fiorella@editoraconteudo.com.br

Nota para imprensa sobre manifesto Rio de Janeiro

As associações ABCON, SINDCON, ABDIB, ABEMI, ABIMAQ, CBCI E FIRJAN acabam de assinar o manifesto “ O Rio de Janeiro não Pode Esperar”, que reflete a mobilização de entidades empresariais pelo avanço da concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário do Rio de Janeiro conforme o modelo desenhado pelo BNDES.
Anexo, também, uma análise de conjuntura sobre os impactos econômicos na universalização dos serviços de saneamento. Este documento mostra os impactos dos investimentos em saneamento na economia, na geração de emprego e na arrecadação tributária do Estado do Rio de Janeiro.
——————————————————————————————————————————
Fiorella Fatio
Fone: (11) 98199-9076
fiorella@conteudoeditora.com.br
www.abemi.org.br

ABEMI na busca contínua de inovação e tecnologia

Inovação e tecnologia na geração de resultados financeiros são as palavras de ordem na ABEMI (Associação de Engenharia Industrial), principalmente neste período em que as empresas estão tendo que se reinventar para terem um crescimento sustentado.

Para tanto, a entidade conta com um Grupo de Trabalho (GT) específico, coordenado por Alejandro Daniel Castaño, Project Manager da Odebrecht Engenharia e Construção, que visa buscar para os seus associados, soluções inovadoras com minimização de riscos e otimização dos resultados.

Entre as muitas ações que o GT realizou em 2020, Castaño destaca o lançamento do programa ABEMI LAB, inédito no setor, realizado entre a consultoria Deloitte e ABEMI, com o objetivo de acelerar a adoção de inovação na indústria de engenharia pesada e assim reduzir os riscos e ampliar a disseminação de conhecimento do setor.

Em uma livecast realizada no dia 22 de outubro, o programa foi apresentado para cerca de 100 participantes, quando foi discutido de que forma a inovação gera resultado sobre o investimento (ROI). Na ocasião, o consultor Matheus de Carvalho, da Deloitte, apresentou como será o funcionamento desse hub de inovação, que vai oferecer ambiente controlado para testar soluções, minimizando custos e riscos.

“O modelo de trabalho se encaixa nas nossas necessidades de inovar, vai nos ensinar uma maneira estruturada de buscar soluções para problemas operacionais que afetam a performance e a segurança nas obras. Será importante também para mostrar que esse processo estruturado e coletivo tem valor para os associados”, destaca Castaño.

Entre as demais ações do GT, Castaño ressalta a pesquisa em andamento para mapear o nível de maturidade das empresas na gestão da inovação e as negociações para associar a ABEMI ao CII (Construction Industry Institute), uma importante instituição de pesquisa e desenvolvimento, baseada na universidade do Texas. O CII é formado por 150 empresas líderes no setor de engenharia e construção, universidades e grandes players mundiais, que tem como objetivo criar soluções inovadoras para melhorar a segurança e eficiência dos projetos de capital.

Segundo ele, as negociações estão na reta final para que a ABEMI seja aceita, em condições comerciais diferenciadas, como um global affiliate. Dessa forma, as associadas poderão ter acesso a uma biblioteca de mais de 200 trabalhos acadêmicos com soluções para problemas nas diversas áreas de um empreendimento. “É uma base fantástica de informação sobre melhores práticas e networking”, diz o coordenador.

Face ao crescimento em 2020, o GT de Inovação e Tecnologia está elaborando um planejamento estratégico para os próximos dois anos, tendo como base a inovação, “que vem se mostrando o motor do crescimento financeiro de nossas empresas associadas”, conclui Castaño.

Informações à imprensa
Fiorella Fatio – MTb 15.347
(11)98199-9076
fiorella@conteudoeditora.com.br

Desoneração da folha, fator determinante de crescimento

No Brasil, onde, segundo dados do IBGE, há mais de 13 milhões de desempregados. Assim, onerar a folha de pagamento, como prevê o veto presidencial do artigo 33 do PLC 15/2020 é um terrível contrassenso, além de estimular o subemprego e a informalidade.

A manutenção dos empregos torna-se uma das uma das grandes prioridades do Brasil, seguida pela criação de novos postos de trabalho, o que só será possível se o veto for derrubado. ¨A continuidade da desoneração da folha por mais um ano, até o fim de 2021, dará tempo ao governo federal e ao Congresso Nacional de encontrarem uma solução definitiva para redução de tributos sobre o emprego — por meio da reforma tributária, que já está em debate no Congresso Nacional”, destaca Marcio Alberto Cancellara, diretor da ABEMI (Associação Brasileira de Engenharia Industrial) e presidente da Projectus Engenharia Ltda.

“A reoneração da tributação sobre a folha de pagamentos pode gerar a eliminação de quase 100 mil postos de trabalho formais nos próximos cinco anos”, argumenta Maria Michiellin, diretora jurídica da ABEMI e sócia da BNZ (Braga Nascimento e Zilio Advogados). O Brasil, continua, “é um dos países da América Latina que sempre teve uma carga tributária muito pesada incidente sobre a folha de pagamento. A desoneração em setores intensivos de mão de obra vai estimular e fomentar a manutenção e geração da empregabilidade no país. Com a crise que está instalada no mundo devido à pandemia do Covid-19, a saída para a retomada da economia, sem dúvida parte da redução da carga tributária na folha de pagamento.”

Dentro deste cenário, Cancellara faz ainda um alerta sobre a proposta de unificação do PIS e do COFINS que vai acarretar em um aumento de taxação para o setor de serviços. “Se aprovado projeto de lei, a alíquota do tributo será de 12%. O que provocará um grande impacto para este ramo de atividade, mesmo com a desoneração da folha de pagamentos”.

Portanto, “somos totalmente a favor da derrubada do veto, para que a desoneração possa refletir em todos os setores, incluindo as empresas projetistas não contempladas nesta desoneração, já que o grande custo é a mão-de-obra”, observa Cancellara. Então, destaca, “caso a reforma tributária não contemple também o setor de serviços, o Estado deixará de arrecadar tributos, com as demissões e/ou com a retração na contratação de novos postos de trabalho.”

Informações à imprensa
Fiorella Fatio – MTb 15.347
(11) 98199-9076
fiorella@conteudoeditora.com.br

Abemi participa da Rio Oil & Gas 2020

A Rio Oil & Gas, principal plataforma de encontro da indústria do petróleo que reúne as maiores companhias nacionais e internacionais do segmento, vai acontecer nos dias 1 a 3 de dezembro num formato totalmente digital. O evento, realizado a cada dois anos, contará em 2020 com palestras de grandes executivos do setor, sessões de networking, além da apresentação dos trabalhos técnicos.

A Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI), terá seu diretor Telmo Ghiorzi – Diretor de Relações Institucionais, como moderador da Sessão Especial “Indústria de bens e serviços: desafios para aumentar sua competividade e protagonismo nas cadeias globais de valor”, que será realizada no dia 3 de dezembro, às 15h20. Essa Sessão trará reflexões sobre os atuais desafios de competitividade, já que o acentuado crescimento da exploração e produção de petróleo nos últimos 20 anos não resultou em aumento correspondente da competitividade do sistema de fornecedores deste segmento.

Para Ghiorzi, “o Brasil tem de ir além de explorar recursos naturais, como petróleo, minérios, sol e área geográfica. É preciso que o sistema industrial que orbita essa atividade esteja também na liderança global. Estamos reproduzindo o mesmo mecanismo observado na exploração do pau-brasil, da cana de açúcar e do café.

Serviço
Link de acesso ao Rio Oil & Gas 2020:
https://www.riooilgas.com.br/

ABEMI

Home

Informações à imprensa
Fiorella Fatio – MTb 15.347
(11) 98199-9076
fiorella@conteudoeditora.com.br

Compliance, a estratégia anticorrupção

A Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI) promoveu uma webinar com a presidente da Trace International, Alexandra Wrage, para discutir as melhores práticas de antissuborno e anticorrupção.

Wrage destacou o prejuízo que a corrupção causa à sociedade. “É de conhecimento geral, o quanto o suborno é negativo para a democracia, prejudicando inclusive o livre comércio. Em sua essência é um roubo aos cidadãos de um país. Exemplo é quando alguém do governo aceita propina, ao invés de usar este dinheiro para melhorias à população. Além disso, gera grandes danos às empresas envolvidas. É importante frisar que não existe suborno de forma isolada. Geralmente está associado às fraudes. O dano causado pela corrupção é destruidor.”

Sempre que se analisa um programa de conformidade corporativa (compliance) existem três pilares a analisar. Em primeiro lugar conhecer como o programa está projetado. Em segundo, saber se a empresa tem recursos e poderes adequados para o funcionamento eficaz. E por último, vai funcionar na prática?

Programa de compliance eficaz
Segundo a Trace, para um programa de conformidade atender as necessidades é necessário estabelecer políticas, padrões e procedimentos antissuborno, incluindo um código de conduta, que sejam claros e acessíveis a todos os funcionários. E mais, é importante criar uma avaliação de risco adaptada ao perfil de negócios e risco da empresa, com controles internos e auditoria contínua dos controles para garantir a eficácia.

Para tanto, é essencial avaliar os mercados e setores relevantes para entender o contexto e as nuances de suas operações comerciais. Uma avaliação geográfica fornecerá uma visão geral de alto nível da prevalência e natureza do risco de corrupção em uma determinada jurisdição.
Então, torna-se importante considerar fatores como: o valor e a natureza dos produtos ou serviços; a expectativa da sociedade por suborno naquela região;
barreiras burocráticas às operações de negócios; e o ambiente de fiscalização.

Índices de suborno e indicadores de riscos
A Trace conta com importantes indicadores de avaliação de risco de suborno, que mede o risco em 194 países, além de ajudar as empresas a avaliar a probabilidade de corrupção em cada país e a desenvolver procedimentos de conformidade e devida diligência adaptados ao risco específico do país. A pontuação de risco de cada país é a pontuação combinada e ponderada de quatro domínios principais: interações comerciais com o governo; dissuasão e fiscalização antissuborno; transparência do governo e do serviço público e a capacidade de supervisão da sociedade civil

No Brasil, segundo a Trace, a pontuação de corrupção, mostra que interações comerciais com o governo tem alto risco com base em uma alta carga regulatória.
O ponto de dissuasão e aplicação da sociedade: apresenta um grau médio de risco com base no combate ao suborno de qualidade pela sociedade.

Já a transparência do Governo e Serviços Civis apontam para um risco baixo com base na alta transparência governamental e transparência média dos interesses financeiros

Aqui vale um parêntese em que a capacidade de supervisão da sociedade civil apresenta um risco médio, com base em um grau médio de liberdade / qualidade da mídia e um alto grau de supervisão da sociedade civil

Minimizar riscos
Um das medidas mais comum para mitigar o risco de terceiros é atualizar a devida diligência em intervalos específicos, com prazo reduzido do contrato juntamente com revisões de due diligence mais frequentes antes que o contrato possa ser renovado; e cláusulas anticorrupção robustas.

Antes de fechar um negócio com terceiros, a Trace recomenda buscar informações em registros jurídicos, auditorias financeiras, registros de negócios e literatura corporativa;
partidos negados pelo governo, pessoas politicamente expostas; embaixada do país e
pesquisas de mídia, inclusive no idioma local.

Neste cenário, a certificação TRACE é um processo de revisão, análise e aprovação de due diligence abrangente e bastante comparativo, que estabelece que uma organização foi completamente examinada, treinada e assim certificada.

Vantagens de ser certificado pelo TRACE
“Ter certificação Trace é uma valiosa credencial de conformidade que diferencia uma empresa dos concorrentes e é amplamente reconhecida na comunidade empresarial internacional”, afirma o presidente da ABEMI, Gabriel Aidar Abouchar. Recentemente, continua, “a ABEMI renovou o acordo de cooperação com a TRACE, para cumprimento das melhores práticas antissuborno, a custos acessíveis a nossas empresas Associadas, que representa uma das metas prioritárias de nossa gestão.”

Serviço:
A íntegra da webinar pode ser vista no link (com tradução simultânea)
https://www.youtube.com/watch?v=ONYQdLHqj1Y

www.abemi.org.br

Informações à imprensa
Fiorella Fatio – MTb 15.347
Cel: (11) 98199-9076
fiorella@editoraconteudo.com.br

Os bons problemas do Novo Mercado de Gás

O Brasil deu passo histórico ao lançar, em 2019, o Novo Mercado de Gás (NMG). Energético subutilizado, para dizer o mínimo, seu potencial parece que finalmente vai se realizar. Há condições de existência ainda sendo construídas, como a aprovação do PL 6407/13, a implantação da nova regulação federal, pela ANP, e, na sequência, as novas regulações estaduais. A velocidade destes avanços determinará o sucesso e a velocidade de materialização do NMG.

As externalidades positivas decorrentes dos avanços do NMG trarão também desafios para alguns setores econômicos. São problemas que há muito o país deseja e precisa ter. São bons problemas a serem resolvidos.

Um deles é a harmonização entre as regulações estaduais e a federal. À medida que o NMG produz crescimento econômico, enfrentaremos o bom problema de estados revisitando suas regulações e políticas para trazer para si mais crescimento. Testemunharemos estados formulando políticas e regulações indutoras de mais atividade industrial associada ao gás natural. Veremos saudável disputa por aceleração de crescimento econômico e dos efeitos sociais que dele decorrem.

Outro grande bom problema é a implantação da infraestrutura necessária para o avanço e materialização do NMG. Este bom problema permeia toda o sistema produtivo de gás natural, começando nas unidades offshore de produção, passando pela infraestrutura de escoamento, processamento, transporte, distribuição e tratamento, e terminando nas novas unidades fabris consumidoras de gás.

A solução desse bom problema passa por parcela expressiva das empresas brasileiras de engenharia e construção. São elas que vão construir ou modificar os chamados módulos das unidades offshore de produção, para que o gás seja exportado para o continente em vez de reinjetado nos reservatórios de onde foi extraído. São módulos complexos, que precisam tratar o gás natural e reinjetar apenas o CO2 que está presente nas correntes de gás natural extraídas do pré-sal. O CO2, ao ser reinjetado nos reservatórios, promove aumento de produção de óleo e fica retido nas formações rochosas de onde os hidrocarbonetos são extraídos. Há assim dois efeitos positivos obtidos simultaneamente.

A quantidade adicional de gás a ser escoado requer novas tubulações submarinas, interligando as unidades offshore ao continente. São tubulações de 200 a 300 km de comprimento, com diâmetros de 20 a 30 polegadas. As atuais rotas 1, 2 e 3 (esta ainda em construção) não serão suficientes para as vazões adicionais. Eis outro bom problema a ser resolvido pela atividade de engenharia e construção.

Para levar o gás para locais muito distantes, por exemplo as regiões amazônicas, existe a alternativa de se escoar a vazão adicional por meio de embarcações em que o gás estaria comprimido a 300 bar ou liquefeito. Essa alternativa requer que empresas de engenharia e construção, neste caso especializadas também no segmento naval, construam embarcações com características adequadas a essa utilização. Esse bom problema pode contribuir para revitalizar a indústria naval local.

O gás do pré-sal, ao chegar ao continente, precisa ser processado e tratado. Frações mais pesadas, como propano e butano, o gás de cozinha ou GLP, precisam ser separadas do metano. O excedente de GLP contribuirá para reduzir os preços internos e para exportação. O metano, agora separado e tratado, pode ser então transportado para outras regiões do país. O processamento ocorre nas Unidades de Processamento de Gás Natural, as UPGNs. As empresas de engenharia e construção terão assim de construir novas UPGNs ou expandir as existentes. Esse bom problema está na lista de desejos dessas empresas.

O gás produzido pelas UPGNs precisa ser transportado até o sistema de distribuição das cidades. O Brasil tem hoje cerca de 9.400 km de tubulações de transporte. Cerca de 1 metro por quilômetro quadrado de área (1 m/km²). A Argentina tem cerca de 6 m/km². Se o Brasil quiser ter rede de transporte de gás proporcional à do país vizinho, as empresas de engenharia e construção terão de construir cerca de 47 mil km de novas tubulações de transporte. O equivalente a 15 novos gasodutos Brasil-Bolívia.

A maior oferta de gás resultará em menores preços e mais interesse de indústrias que utilizam este insumo. Isso se aplica aos setores de vidro, cerâmica, fertilizantes, metais, mineração, siderurgia, química, geração termoelétrica entre outros. Empresas destes setores tenderão a construir novas unidades industriais ou a expandir as existentes. As empresas de engenharia e construção mais uma vez serão afetadas por esse bom problema adicional.

O NMG tem potencial para contribuições decisivas para a solução de desafios históricos de crescimento econômico, de empregos e de arrecadação do Brasil. Desafios agravados recentemente pela pandemia, da qual temos finalmente sinais inequívocos de arrefecimento. Mas a crise econômica ainda precisa de coordenação, ousadia e disposição para enfrentar os bons problemas que o NMG pode apresentar ao país. Não apenas ao setor de engenharia e construção, mas sim a um encadeamento de efeitos positivos que podem ser indutores de reindustrialização.

Telmo Ghiorzi
Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI), é engenheiro e doutor em políticas públicas.

ABEMI e Trace International convidam para a webinar sobre Compliance

A Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI) promove, no dia 23 de novembro uma webinar com a presidente Alexandra Wrage,da Trace International, associação empresarial antissuborno, sem fins lucrativos, com sede nos Estados Unidos e escritórios na Ásia, América do Sul, Europa e América do Norte. Com o tema “Melhores práticas de compliance e anticorrupção”, serão abordadas asrecomendações de conformidade e a implementação de procedimentos antissuborno, além das estratégias de mitigação de risco

Em entrevista exclusiva realizada com a presidente Alexandra, ela ressalta que a parceria entre a Trace e Abemi é de grande importância já que promove a transparência comercial nos setores de engenharia e construção do Brasil, que, segundo ela, têm sido objeto de escândalos de corrupção recentes.“Juntas, a TRACE e a ABEMI estão trabalhando para estabelecer as melhores práticas de due diligence e compliance para empresas multinacionais e pequenas e médias empresas que enfrentam maior escrutínio pelas autoridades legais. Ao fornecer às empresas recursos práticos e econômicos para a devida diligência, a TRACE e a ABEMI estão ajudando as empresas a minimizar sua exposição a riscos de suborno”.

A TRACE tem mais de 500 clientes e já realizou mais de 500 mil processos de due diligence com foco em risco. No Brasil, por questões confidencias, a associação não divulga quais empresas são atendidas, mas alerta “que a pesquisa Risco de Suborno, que serve para ajudar as equipes de conformidade a avaliar o risco de mercado, o Brasil ficou em 100º entre 200 países, com uma pontuação geral de 53 em 100, o que mostra a necessidade das empresas tomarem medidas proativas para evitar violações de conformidade.

Dentro deste cenário, Alexandra destaca a importância da certificação TRACE, a qual oferece uma vantagem competitiva valiosa para empresas de pequeno e médio porte que buscam parceria com empresas multinacionais e reduz os custos gerais, recursos e tempo associados à verificação de terceiro.As entidades certificadas pela TRACE estão incluídas no TRACE Intermediary Directory, um banco de dados públicos, que empresas usam para identificar potenciais parceiros de negócios.

Setores ampliam busca por compliance

Para Alexandra, “nos últimos anos, os principais escândalos e ações de fiscalização aumentaram a conscientização sobre os riscos de suborno entre as empresas multinacionais e incentivaram as mesmas a tomarem medidas mais proativas para evitar violações de conformidade. Com isso, as empresas multinacionais estão investindo em treinamento antissuborno, sendo que a maioria exige que todos os terceiros envolvidos em uma negociação concluam algum nível de due diligence. Já as empresas menores ainda lutam para encontrar os recursos para priorizar o compliance e nem todas as empresas estão dispostas a investir em medidas preventivas”.

TRACE viu recentemente a atividade mais relacionada à conformidade entre os clientes que fazem negócios na América Latina nos setores de mineração e extrativismo, engenharia e construção, logística e agenciamento de carga, alimentos e bebidas e transporte, junto com um aumento recente na indústria de tecnologia.

Grupos da indústria, como a ABEMI,destaca a presidente “desempenham um papel fundamental na conscientização e conhecimento sobre compliance e no estabelecimento de melhores práticas. Por isso, tenho a certeza que a parceria entre TRACE e a ABEMIcontinuará a promover a transparência comercial nos setores de engenharia e construção do país”. Sobre Alexandra Wrage – Trace

Alexandra Wrage é presidente e fundadora da TRACE. Ela é autora de diversos livros como: Corrupção e suas Consequências; Suborno e Extorsão: Prejudicando Negócios, Governos e Segurança,entre outros.Apresentadora do vídeo de treinamentoToxic Transactions: Bribery, Extortion and the High Price of Bad Business, produzido pelaNBC. Apresenta o popular podcast semanal: Suborno, Fraude ou Roubo. Ela é blogueira convidada da Forbes. Foi membro do do Comitê Independente de Governança da FIFA e atuou por quatro anos na Força Tarefa B20 sobre Anticorrupção, elaborando recomendações aos líderes do G20 para considerar em suas políticas econômicas globais.

Sobre a ABEMIA Associação Brasileira de Engenharia Industrial – ABEMI é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que congrega empresas de Engenharia de Projeto, Construção Civil, Montagens Industriais, Fabricantes de equipamentos e Manutenção e de Logística, responsáveis pela infraestrutura e pelo parque industrial implantados no Brasil, como também, por obras dessas áreas realizadas no exterior. Foi fundada em 23 de maio de 1964 por um grupo de empresários, que visava representar suas empresas de engenharia e montagem industrial.

ABEMI e sua representatividade no mercado

A ABEMI, Associação Brasileira de Engenharia, fundada há 56 anos, com sede em São Paulo (capital), é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que conta com mais de 45 associadas. Como entidade, reúne importantes empresas das áreas de engenharia industrial, com atuação nos segmentos de óleo e gás; química e petroquímica; siderurgia e mineração; energia; saneamento, papel e celulose; além de infraestrutura que, juntas, tiveram um faturamento em 2019 de quase R$10 bilhões e geraram, neste período, 28.690 de empregos diretos
e 100 mil indiretos. “Dada sua representatividade no cenário brasileiro, a Associação tem contribuído para a retomada do crescimento econômico, através do compromisso e desenvolvimento de tecnologia para gerar uma maior competividade das empresas brasileiras, além de ações de apoio junto ao governo e órgãos públicos”, destaca Gabriel Aidar Abouchar, diretor-presidente da ABEMI.

Baseada no tripé de produtividade, transparência e inovação, a ABEMI implementou uma política de compliance, dando maior transparência às atividades de suas associadas. “Esta política norteia todos os seus grupos e comitês de trabalhos que, em parceria com outras empresas, tem buscado mecanismos de alívio à liquidação de passivos tributários, crédito com garantias baseadas nos resultados e, ainda, o incentivo às licitações públicas, cujos projetos já estejam concluídos antes do início das obras e levar a efeito a questão do saneamento básico para todos os brasileiros”, afirma Gabriel Atualmente são seis grupos de trabalho, que estão à frente dos principais
temas da Associação. São eles o de Saneamento Meio Ambiente e Resíduos Sólidos; Tecnologia e Inovação; Assuntos Jurídicos; SMS e Produtividade; Gestão Competitiva e o de Energia. Além do Comitê Permanente de Compliance.

Neste aspecto, A ABEMI tem um acordo com a Trace International, entidade americana de certificação em Compliance e reconhecida pelas maiores corporações e investidores internacionais. Em resumo, a ABEMI é a única Associação nacional que congrega toda a rede de fornecimento da Engenharia: Projetos e Gerenciamento, Construção Civil, Montagem Eletromecânica, Manutenção, Fabricação e Logística.

Essa característica permite à ABEMI representar de forma uníssona todos os setores interessados. É importante destacar ainda que a Associação tem uma importante missão social. É por meio da ABEMI que suas as Associadas promovem as melhores práticas de engenharia em todo o Brasil. E, para tanto, são oferecidos localmente cursos e palestras para as equipes do campo, que envolvem temas como segurança do trabalho, saúde ocupacional, proteção ao meio ambiente entre outros.

Informações à imprensa:
Fiorella Fatio – Mtb 15.347
(11)98199-9076
fiorella@editoraconteudo.com.br
www.abemi.org.br

Em comemoração aos 55 anos, Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI) traz especialista internacional em compliance 

A Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI) promove, no dia 23 de maio, uma palestra ministrada por Martha Mallory, Business Development Manager da TRACE International, renomada organização empresarial de compliance, reconhecida globalmente, e fornecedora líder de soluções de gerenciamento de risco de terceiros. A executiva virá ao Brasil exclusivamente para apresentar o processo de certificação a associados e parceiros da ABEMI, a representantes do Instituto de Engenharia e convidados da ABIMAQ e ABDIB.

A atuação ética, pautada na transparência e no cumprimento da legislação, é uma das estratégias prioritárias da ABEMI, que está completando 55 anos de atuação em maio. A entidade firmou um acordo com a TRACE International para estimular as empresas associadas a passar pelo processo de certificação e reforçar as ações voltadas à conformidade e due diligente do setor de engenharia e projetos.

“A parceria entre a TRACE e a ABEMI promove a transparência comercial no setor de engenharia e construção no Brasil”, afirma Martha Mallory. Segundo ela, a TRACE International ajuda empresas que operam globalmente a conduzir os negócios de maneira ética e em conformidade com as leis americana, do Reino Unido e do Brasil.

A TRACE tem mais de 500 clientes e já realizou mais de 500 mil processos de due diligence com foco em risco. “A certificação TRACE pode abrir portas para novas oportunidades, acelerar o ritmo dos negócios e dar às empresas uma vantagem competitiva”, observa Martha.

Produtividade e competitividade

Outro foco da Associação este ano é a promoção da cadeia de negócios do setor. “Temos uma agenda relevante e estruturada para continuar nosso trabalho em defesa da engenharia nacional, que é um setor fundamental para a geração de empregos, para melhorar a competitividade brasileira e a qualidade de vida das pessoas”, destaca o diretor-presidente da ABEMI, Gabriel Aidar Abouchar.

Segundo ele, uma das maiores preocupações da Associação é a queda de investimentos em infraestrutura, que está em um dos menores níveis históricos em relação ao PIB e pode se agravar com os cortes e bloqueios de orçamentos, prejudicando não só a engenharia, mas todos os setores econômicos e o país.

“Investimentos em infraestrutura possuem grande efeito multiplicador devido à sua ampla cadeia produtiva, intensidade de mão de obra e necessidade de utilização de máquinas e equipamentos pesados”, explica. Com perspectiva de crescimento do PIB de apenas 1% em 2019, fomentar os investimentos em infraestrutura é condição necessária para geração de emprego e renda, redução de desigualdades e melhoria da competitividade, impulsionando assim a retomada da atividade econômica nos próximos anos.

De acordo com estimativas da consultoria ACLacerda, que atende a ABEMI, em 2018 os investimentos em infraestrutura somaram R$ 113 bilhões, mantendo o montante praticamente estável em relação a 2017 (R$ 110 bilhões). De 2000 a 2016, a média de investimentos em infraestrutura foi de 2,1% do PIB, caindo para 1,7% em 2018.

“Essa queda é reflexo de um conjunto de fatores: crise econômica de 2015 e 2016, fraco processo de retomada do nível de atividade em 2017 e 2018, resultados da Operação Lava-Jato, com impactos muito negativos sobre as principais construtoras, e política fiscal restritiva com cortes de investimentos públicos”, afirma Gabriel Aidar.

Segundo estimativas do Ministério da Infraestrutura, o programa de leilões de infraestrutura do governo federal, entre 2019 e 2022, pode gerar R$ 129,8 bilhões de investimentos em transportes e logística. Mas diante dos gargalos existentes, seriam necessários investimentos anuais em torno de R$ 300 bilhões (4,4% do PIB) em infraestrutura, ou seja, R$ 1,2 trilhão nos próximos quatro anos.

“São números que nos dão uma dimensão, ao mesmo tempo, dos desafios e das oportunidades. Daí a necessidade da criação de condições para impulsionar os investimentos públicos e privados, criando novas modalidades de financiamentos, tendo em vista a enorme demanda reprimida de projetos de infraestrutura no Brasil”, conclui. 

Serviço

Quando: 23/05/19
Horário: 10h
Local: Av. Paulista, 2.006 – 15º andar – São Paulo
abemi@abemi.org.br
11 3251-0333

SOBRE A ABEMI
A Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que congrega empresas de engenharia de projeto, construção civil, montagens industriais, fabricantes de equipamentos e manutenção e de logística, responsáveis pela infraestrutura e pelo parque industrial implantados no Brasil, como também por obras dessas áreas realizadas no exterior. Foi fundada em 23 de maio de 1964 por um grupo de empresários que visavam representar suas empresas de engenharia e montagem industrial.

 SOBRE A TRACE INTERNATIONAL
Organização empresarial antissuborno reconhecida globalmente e fornecedora líder de soluções de gerenciamento de risco de terceiros. Sua sede fica nos Estados Unidos, tem registro no Canadá e está presente nos cinco continentes, incluindo a América Latina. É composta por duas entidades distintas, a TRACE International e a TRACE Inc., que compartilham uma missão comum de promover a transparência comercial em todo o mundo. É completamente autônoma, sem qualquer financiamento público, e tem como membros e clientes mais de 500 empresas multinacionais em todo o mundo. Já realizou mais de 500 mil revisões de due diligence baseadas em risco em todo o mundo.

ABEMI realiza palestra sobre Descomissionamento de plataformas de petróleo em São Paulo

Executivo da Petrobras apresenta, no dia 19 de fevereiro, o Programa de Descomissionamento, que inclui a desativação e desmontagem 

Fevereiro, 2018 – Até 2020, a Petrobras prevê iniciar o descomissionamento de 28 plataformas fixas – 22 delas são estruturas offshore no Nordeste brasileiro e 6 ficam na Bacia de Campos. O processo de licitação para desmontagem de outros três desses ativos no Campo de Cação (ES) já está em andamento e há mais um equipamento em fase de desativação no Rio de Janeiro.

Para apresentar detalhes sobre o Programa de Descomissionamento da Petrobras, a ABEMI (Associação Brasileira de Engenharia Industrial) recebe, no dia 19 de fevereiro, Eduardo Zacaron, gerente de Descomissionamento do E&P da Petrobras. O executivo fará uma apresentação para os associados sobre o desafio técnico e ambiental de desmontar plataformas de extração de petróleo na costa brasileira.

“O descomissionamento é uma etapa importante e complexa, que deve ser realizada quando acaba o petróleo ou quando a quantidade existente não vale mais a pena. Em resumo, é preciso fazer o tamponamento dos poços para evitar vazamentos e desmontar e retirar do mar os equipamentos submarinos e a plataforma. O Brasil ainda não tem regras ambientais claras a respeito desse desmonte, o que aumenta a complexidade desse trabalho”, explica Hideo Hama, conselheiro da ABEMI e presidente da Fluxo Soluções Integradas Ltda.

Hideo Hama explica ainda que esse plano da Petrobras representa uma grande oportunidade para o setor de engenharia, de operação, fabricantes de equipamentos, entidades de proteção ambiental, provedores de tecnologia e até escritórios de advocacia ligados ao setor de óleo e gás, que atravessaram anos de baixa demanda de novos projetos.

Segundo a Agência Nacional de Petróleo, 68 plataformas da Petrobras têm mais de 25 anos de implantação, 30 têm entre 15 e 25 anos, e 62 têm menos de 15 anos, um cenário que indica aumento da demanda de projetos de descomissionamento nos próximos anos.

Para se ter uma ideia dos impactos desse tipo de demanda, no Mar do Norte o orçamento para as atividades de desmontagem de 349 campos de extração de petróleo e 7.800 quilômetros de pipelines é de 17 bilhões de libras esterlinas nos próximos 9 anos.

SOBRE O EVENTO
A palestra Descomissionamento de Sistemas de Produção de Óleo e Gás no Brasil, com o gerente de descomissionamento do E&P da Petrobras, Eduardo Zacaron, será realizada na sede da ABEMI no dia 19 de fevereiro, às 15 horas.
Local: Av. Paulista, 2006 – 15o andar
 
ATENDIMENTO A IMPRENSA
Marciel Oliveira – marciel@conteudoeditora.com.br
Tel.: 11 3898-0195 – 11 97433-6378
Melissa Kechichian – melissa@conteudoeditora.com.br
Tel.: 11 3898-0195 – 11 99802-0839

SOBRE EDUARDO ZACARON
Engenheiro mecânico, graduado pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos. Trabalha na Petrobras desde 2007, quando se especializou em Engenharia de Equipamentos Submarinos. Atualmente, é gerente de Descomissionamento do E&P da Petrobras.

SOBRE A ABEMI
A Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que congrega empresas de engenharia de projeto, construção civil, montagens industriais, fabricantes de equipamentos e manutenção e de logística, responsáveis pela infraestrutura e pelo parque industrial implantados no Brasil, como também por obras dessas áreas realizadas no exterior. Foi fundada em 23 de maio de 1964 por um grupo de empresários que visavam representar suas empresas de engenharia e montagem industrial.

<< voltar