ABEMI cria diretoria exclusiva de offshore

ABEMI cria diretoria exclusiva de offshore

Em razão da importância do setor de construção offshore, a ABEMI decidiu, nesta gestão atual, consolidar em uma diretoria especifica os mais de 40 anos de experiência na área. Para o presidente Joaquim Maia, “a associação tem participado através de seus associados de todas as fases do desenvolvimento da produção de O&G no Brasil. Uma história que começou desde as primeiras jaquetas em águas rasas no nordeste, passando pelo desenvolvimento da bacia de Campos em águas médias e profundas e atualmente do pré-sal.

Nomeado como diretor de offshore da ABEMI, Luiz Felipe Camargo, fala com exclusividade sobre o setor e suas oportunidades e desafios.  “A ABEMI, desde sua origem, é uma associação voltada para a representatividade do setor de engenharia e construções para diversos tipos de mercados.  Mas, o setor de construções offshore, que engloba o desenvolvimento e fabricação de plataformas de produção de petróleo e gás ainda não havia sido contemplado no âmbito das atividades da ABEMI”, destaca o diretor.

Com a demanda local por novas unidades, continua Camargo, “ há a necessidade de apoiarmos a indústria local a participar da demanda existente, trabalhando pontos importantes como a criação de uma política industrial voltada par ao setor com o intuito de melhoria de competitividade, produtividade, automação e qualificação de mão de obra, uma vez que o Brasil possui empresas competentes, com histórico de sucesso, e aptas a participar desse mercado.  Nossa intenção é somar esforços e trabalhar em parceria com as demais instituições especializadas do setor, como SINAVAL, ABIMAQ, IBP, ABESPETRO e entre outras”.

Luiz Felipe Camargo, diretor de offshore da ABEMI

Hoje o Brasil possui papel fundamental no desenvolvimento da produção de petróleo e gás mundiais, impulsionado pelas descobertas do pré-sal e sua viabilidade econômica. Um dos objetivos da criação desta nova diretoria, além dos já citados, refere-se a necessidade de uma preparação para a transição enérgica, que já está em andamento, trazendo valor para os ativos industriais instalados no Brasil diante da eminente substituição de fontes de energia fosseis, para energias renováveis mirando a redução das emissões de carbono.

Assim, a função da diretoria offshore é reunir-se com os players do mercado, identificar as dificuldades e oportunidades de melhoria e, a partir daí, será criado um plano de trabalho a ser conduzido pela ABEMI em parceria com as demais instituições do setor. “Convidamos todos os players a fazerem parte dessa jornada”, anuncia Camargo.

Editora Conteúdo

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