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A gaúcha Engecampo está preparada para a retomada nos próximos anos

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Com atuação nacional mas de origem gaúcha, a Engecampo Engenharia é uma das associadas da ABEMI que mais conhecem o Rio Grande do Sul e está preparada para a retomada das obras no estado e para as oportunidades que devem surgir a partir desses investimentos.

Com um amplo leque de competências, a empresa presta serviços de manutenção industrial, construção e montagem eletromecânica, obras civis industriais e empreendimentos industriais na modalidade de EPC nas áreas de óleo e gás, geração e transmissão de energia, petroquímica, fertilizantes, indústrias química e farmacêutica, indústria de papel e celulose, mineração e siderurgia.

“Entendemos que o momento mais grave da crise política já passou, e a expectativa é de retomada da confiança no crescimento. A Engecampo está organizada para essas demandas, pois investimos na manutenção de nossas equipes, na contratação de novos funcionários em áreas específicas e na nova governança implantada nos anos de 2017 e 2018”, afirma o diretor Luiz Eduardo Mundstock.

Vantagens competitivas

Segundo ele, com esses preparativos e a expectativa de retomada dos investimentos, a empresa projeta para os próximos três anos o mesmo patamar de faturamento que atingiu no início da década. Outras vantagens competitivas da Engecampo são o profundo conhecimento da região e a facilidade de dispor de recursos com maior agilidade.

Mundstock considera que as dificuldades na área de engenharia são as mesmas vivenciadas em outras regiões do país, de baixíssima demanda de projetos. “Os investimentos previstos esperam a retomada da confiança dos investidores no crescimento econômico para liberar recursos”, afirma.

O diretor aponta também que o prolongado período de baixos investimentos deprimiu os preços a valores de sobrevivência ou menores. “A saída do mercado dos maiores players, o surgimento de novas empresas sem experiência no cumprimento das exigências contratuais e os critérios utilizados para as consultas, com condições de pagamento com fluxo de caixa negativo, por exemplo, são alguns dos fatores que dificultam o crescimento dos negócios.”

Concluindo, Mundstock afirma que qualificação técnica, certificações, capacidade de gestão e experiência em obras já executadas continuam sendo facilitadores na ocasião da venda.

Editora Conteúdo/Abgail Cardoso

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